Uma tarde para relembrar, homenagear e projetar. Assim foi a celebração de 25 anos do Centro de Pesquisa Experimental (CPE) Prof. Jorge Luiz Gross, realizada nesta quarta-feira (13) no Auditório Fani Job. A comemoração contou com a presença de ex-coordenadores do Grupo de Pesquisa e Pós-Graduação (GPPG), que deu origem ao que hoje é a Diretoria de Pesquisa, ex-chefias do CPE, membros da Diretoria Executiva, colaboradores e pesquisadores. Na abertura da programação, o diretor-presidente do HCPA, Brasil Silva Neto, destacou que os avanços que se está buscando para a pesquisa, como a acreditação do Comitê de Ética em Pesquisa, respeita o legado das pessoas que estavam presentes ao evento e que, há 25 anos, iniciaram a construção de um prédio para abrigar os serviços de Genética, Endocrinologia e o CPE.
“Esse quórum que prestigia este evento é o que faz um dos grandes pilares vocacionais do hospital e faz a pesquisa se manter de maneira tão protagonista até hoje”, afirmou. “A gente tem pessoas extremamente dedicadas, comprometidas, talentosas, e a instituição tem muita gratidão e tem o dever de manter esse solo fértil de pesquisa para seguir sendo uma instituição que pesquisa, que produz conhecimento e faz o país avançar”, frisou.
A atividade seguiu com apresentação da diretora de Pesquisa, Ursula Matte, que falou sobre a história do centro por meio de depoimentos de quem contribuiu para estruturá-lo. Os professores Afonso Barth e Patricia Prolla também participaram deste momento contando suas memórias. Foram homenageados pela participação na criação e consolidação do centro o professor Luiz Lavinski, primeiro diretor do CPE, Rosane Schlatter, primeira administradora do centro, Roberto Giugliani, chefe do Serviço de Genética Médica à época da inauguração, Themis Reverbel, coordenadora do GPPG quando o CPE foi inaugurado, e Nadine Clausell, ex-diretora-presidente do Clínicas e coordenadora do GPPG.
Para Ursula, um dos méritos do centro e resultado de como ele foi estruturado é o seu o clima bom de trabalhar. “Tão importante quanto a excelência na pesquisa, a manutenção do parque tecnológico e estarmos sempre preocupados com o que vem depois, é ser um lugar acolhedor, onde as pessoas gostam de estar”, disse.
A programação contou também com a palestra “Impacto e perspectivas da inteligência artificial na pesquisa biomédica experimental e translacional”, com o professor Helder Nakaya, do Hospital Israelita Albert Einstein e da Universidade de São Paulo, que falou sobre como usar a IA para a predição de desfechos clínicos.
A chefe do Serviço de Pesquisa Experimental, Fernanda Vianna, apresentou a estrutura do CPE, os recursos humanos disponíveis e as pesquisas de excelência. Também houve apresentação de trabalhos que se destacaram desde 2020 e coquetel de encerramento.


















